Southern Vietnam lowland dry forests

Southern Vietnam lowland dry forests

Southern Vietnam lowland dry forests
As florestas secas de terras baixas do sul do Vietnã formam uma faixa costeira estreita e relativamente árida que percorre o litoral do mar da China Meridional no sul do Vietnã, das imediações de Da Nang para o sul, até a borda do delta do rio Mekong. Abrigada na sombra de chuva da cordilheira Anamita meridional, a região contém um mosaico de matagais sobre dunas de areia vermelha, floresta costeira raquítica e floresta semiperenifólia em colinas baixas, com dipterocarpáceas como Shorea e Hopea e a Melaleuca leucadendron associada às dunas entre suas árvores características. O clima é do tipo savana tropical, com temperaturas uniformes o ano todo e uma estação seca marcada, e precipitação média anual que cai de menos de 1.500 mm ao sul de Nha Trang para menos de 800 mm perto de Phan Rang. As dunas abrigam árvores endêmicas criticamente ameaçadas, como Hopea cordata e Shorea falcata, e o gibão-de-bochechas-vermelhas é a espécie emblemática da ecorregião. É uma das florestas secas mais alteradas da Ásia, restando muito pouco fora da pequena rede de áreas protegidas.
RESOLVE 300
Indomalayan
13,531 sq mi
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Tipo de paisagem
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Região vegetal
Indomalayan
Pegada da região
13,531 sq mi
Pressão sobre o habitat
Nature Could Recover (Dinerstein NNH 3)
Use isto como o padrão geral de plantio para a região: Florestas tropicais que passam por uma estação seca pronunciada, quando muitas árvores perdem as folhas para conservar água. Abrigam alta biodiversidade, mas estão entre os hábitats tropicais mais ameaçados, sensíveis ao fogo e ao desmatamento para a agricultura. Para decisões de jardim, combine esse contexto com a lista de plantas abaixo e depois refine pelas restrições de luz, água, solo e tamanho adulto do seu local.

Plantas que aguentam esta região

Uma lista enxuta com bom encaixe climático do catálogo do Plotwright. Comece pelas opções confiáveis e depois use cada página de planta para verificar luz, água, solo, tamanho adulto e disponibilidade local.
Mostrando 169 de 169 plantas com bom encaixe climático para esta região.
Opções climáticas confiáveis
Boas apostas para agora e depois
26 plantas
Estas plantas se adequam à região hoje e permanecem na faixa segundo a projeção de meados do século. Comece por aqui quando quiser opções com o menor arrependimento climático.
Ramos de aroeira-salsa (Schinus molle) carregados de longos cachos de frutos vermelhos entre folíolos estreitos e pendentes, em Xochimilco, na Cidade do México.
Schinus molle
Aroeira-salsa
A aroeira-salsa é uma árvore perene de crescimento rápido e vida longa, dos Andes secos e das regiões vizinhas da América do Sul, com ramos finos e pendentes, folhagem fina semelhante à de samambaia e cachos pendentes de bagas cor-de-rosa. O WCVP de Kew indica sua área nativa como Peru, norte do Chile, Paraguai, Uruguai, nordeste da Argentina e sul do Brasil. Também é vendida com o nome inglês California pepper tree, que ganhou depois de ser plantada em abundância na Califórnia no fim do século XIX, e é conhecida como molle del Peru, pirul e pepperina. Cresce 26 a 49 pés de altura e mais ou menos o mesmo de largura, com casca áspera e retorcida; suas folhas cheiram a pimenta quando amassadas, e a casca e as bagas também são aromáticas. As flores masculinas e femininas nascem em árvores separadas, então só as árvores femininas produzem os frutos cor-de-rosa. Precisa de pleno sol, drenagem excelente e um clima quente, quase sem geada, e tolera a seca depois de estabelecida. Aqui a honestidade importa: ela se tornou uma séria planta daninha invasora em nível internacional, invadindo savanas e campos e se naturalizando ao longo de linhas de drenagem e beiras de estrada na África do Sul, invadindo diversos habitats em grande parte da Austrália, e o UC IPM observa que ela pode ser considerada uma planta daninha invasora na Califórnia, então consulte as orientações locais antes de plantá-la. As bagas são comercializadas como pimenta-rosa, mas a RHS classifica a planta como potencialmente nociva e diz que o fruto não deve ser comido, e as folhas podem causar dermatite. É uma espécie diferente da aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolia), que tem folíolos em menor número e mais largos.
Árvore
Sol pleno
Pouca água
Zonas 9a-12b
Clima: estreita
Estrutura
Ponto focal
Cacto-de-natal (Schlumbergera x buckleyi) - flor tubular magenta com tépalas recurvadas dispostas em camadas, estames e estilete salientes, segmento de caule verde e achatado.
Schlumbergera x buckleyi
Cacto-de-natal
O verdadeiro cacto-de-natal - o híbrido Schlumbergera x buckleyi - é um cacto de festas epífito e de vida longa, cultivado em ambiente interno em quase toda parte por seus caules arqueados e segmentados e por suas flores rosa a magenta que se abrem em pleno inverno, por volta do Natal. Vale a pena acertar a identidade, porque a maioria das plantas vendidas e rotuladas como 'cacto-de-natal' é na verdade o cacto-de-ação-de-graças, Schlumbergera truncata. Você pode distinguir os dois pelas bordas dos segmentos achatados do caule e por quando florescem: o verdadeiro cacto-de-natal tem margens de segmento arredondadas e festonadas e floresce algumas semanas mais tarde, em pleno inverno, enquanto o cacto-de-ação-de-graças tem dentes afiados, semelhantes a garras, e floresce do fim do outono ao início do inverno. Ao contrário de um cacto de deserto, trata-se de uma epífita de floresta que cresce em ramos de árvores na Mata Atlântica do sudeste do Brasil, então ela quer luz indireta intensa, um substrato de boa drenagem, água com parcimônia e - para formar seus botões - noites frescas e dias curtos. Um ponto tranquilizador que a distingue de muitas plantas de casa: ela é não tóxica para gatos e cães. Mais uma marca confirma: o verdadeiro cacto-de-natal tem pólen rosado e flores quase regulares (radiais) e pendentes, enquanto o cacto-de-ação-de-graças tem pólen amarelo e flores assimétricas dispostas quase na horizontal.
Perene
Sombra parcial
Água moderada
Zonas 10a-12b
Clima: estreita
Vaso
Ponto focal
Espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata) - folhas suculentas rígidas, eretas e ensiformes (lanceoladas) formando uma touceira ereta e arquitetônica, faixas/mosqueado transversal verde-acinzentado diagnóstico ao longo das lâminas foliares, planta inteira cultivada em seu porte em vaso ornamental (touceira erguendo-se de uma única roseta basal).
Sansevieria trifasciata
Espada-de-são-jorge
Uma planta de interior arquitetônica e quase indestrutível, cultivada por suas folhas suculentas, rígidas, eretas e em forma de espada, com faixas verde-acinzentadas - de margem amarela na popular "Laurentii" - e conhecida há muito tempo como espada-de-são-jorge ou "língua-de-sogra". A POWO a registra como nativa da África Ocidental tropical, e seu nome botânico atualmente aceito é Dracaena trifasciata (foi reclassificada para fora do gênero Sansevieria), embora o comércio de viveiros e a maioria dos jardineiros ainda a conheçam como Sansevieria. É famosa por sua resistência: tolera pouca luz, da sombra profunda à luz indireta intensa, o descuido e a rega irregular, o que a torna uma das plantas mais indulgentes que se pode cultivar em interior. HONESTIDADE: a forma mais comum de matá-la é o EXCESSO de rega - o substrato encharcado apodrece o rizoma -, de modo que a verdadeira habilidade está em deixar o substrato secar entre as regas, e não em regar mais. É tóxica para gatos e cães (as saponinas causam vômito e diarreia se ingeridas), e a popular reputação de que "libera oxigênio à noite e purifica o ar" é exagerada em densidades realistas de um cômodo. A RHS a trata como uma planta de interior tenra (H1B), sensível à geada e cultivada sob vidro ou em interior, exceto em climas sem geada.
Perene
Sombra parcial / Sol pleno
Pouca água
Zonas 10a-12
Clima: estreita
Vaso
Estrutura
Ponto focal
Boas agora, não depois
Boas agora, menos certas depois
143 plantas
Estas plantas se adequam à região como ela é hoje. A projeção as move para fora da faixa indicada, então trate-as como opções de horizonte mais curto ou de maior cuidado.
Acalifa (Acalypha wilkesiana) - vista aproximada da ponta de um ramo com folhas largas e denteadas em bordô acobreado e verde, cada uma debruada de vermelho-rosado, em uma estufa de jardim botânico em Fort Wayne, Indiana.
Acalypha wilkesiana
Acalifa
A acalifa (em inglês também chamada de Jacob's coat ou fire dragon plant) é um arbusto tropical perenifólio de crescimento rápido, originário de Fiji e das ilhas vizinhas do Pacífico Sul (Vanuatu, as Ilhas Salomão, o Arquipélago de Bismarck e Tuvalu), cultivado em quase todo o resto do mundo por sua folhagem. A espécie tem folhas grandes, largas e grosseiramente denteadas, mosqueadas de verde-acobreado e vermelho; os padrões de folha rosa, creme, dourado e roxo-ébano vendidos no comércio pertencem a cultivares com nome próprio, como 'Blackie', 'Bronze Pink', 'Java White' e 'Tricolor', e não à espécie pura descrita aqui. As flores são minúsculas e insignificantes, dispostas em espigas delgadas semelhantes a amentilhos na mesma planta: longas espigas masculinas pendentes e espigas femininas curtas, muitas vezes escondidas entre as folhas. É sensível à geada e só é rústica com segurança nas zonas USDA 10a-11b; em qualquer lugar mais frio, é cultivada como anual de estação quente ou como planta de vaso levada para dentro de casa no inverno. Em uma paisagem sem geada, pode chegar a 8 a 12 pés de altura e 6 a 8 pés de largura, embora, como planta de vaso ou de canteiro, costume ficar em torno de 3 a 4 pés. Trate-a como irritante: a RHS lista a cultivar 'Obovata' como irritante para a pele e os olhos e nociva se ingerida. Ela consta como introduzida na Flórida, no Havaí e em Porto Rico, mas a UF/IFAS não a considera uma espécie problemática na Flórida no momento.
Arbusto
Sol pleno / Sombra parcial
Umidade constante
Zonas 10a-11b
Clima: estreita
Ponto focal
Vaso
Estrutura
Bordadura
Alamanda-amarela (Allamanda cathartica): duas flores em forma de trombeta, de um amarelo-dourado, abaixo de folhas verdes, uma voltada para a frente, com cinco lobos largos e arredondados e a garganta laranja, e a outra de perfil, mostrando seu tubo longo e estreito, em um jardim de aldeia na ilha de Buton, na Indonésia.
Allamanda cathartica
Alamanda-amarela
A alamanda-amarela (em inglês golden trumpet, também vendida como yellow allamanda ou common allamanda) é um arbusto escandente perenifólio de crescimento rápido, da família das apocináceas (Apocynaceae), nativo do norte e do centro da América do Sul: o World Checklist de Kew a situa no Brasil, na Bolívia, na Venezuela, na Guiana, no Suriname e na Guiana Francesa. Ela produz cachos de grandes flores em forma de trombeta, de um amarelo-dourado, com 3 a 4 polegadas de comprimento, do verão até a geada, sobre folhas brilhantes e coriáceas dispostas em verticilos de três ou quatro, e, deixada por conta própria, lança caules longos, lenhosos e esparramados que alcançam 10 a 20 pés sobre um suporte ou sobre as plantas vizinhas. Não tem gavinhas nem raízes aéreas, e as fontes divergem sobre se os caules se enrolam, mas tanto o Missouri Botanical Garden quanto a NC State dizem que ela precisa ser amarrada ou conduzida em uma treliça; também pode ser podada como arbusto ou cerca-viva. É sensível à geada e rústica apenas nas zonas USDA 10a-11b; em qualquer lugar mais frio, é cultivada como anual de verão ou como planta de vaso levada para dentro de casa no inverno. Dois alertas importam tanto quanto as flores. Ela é invasora em várias regiões quentes: o UF/IFAS a classifica como de alto risco de invasão no norte, no centro e no sul da Flórida e não recomenda plantá-la, o Weeds of Australia, do governo de Queensland, a trata como uma planta daninha ambiental que se espalha pelas florestas tropicais do norte de Queensland, e o Hawaii-Pacific Weed Risk Assessment a classifica como de alto risco. E ela é venenosa: todas as partes são tóxicas se ingeridas, e a seiva leitosa irrita a pele e os olhos.
Arbusto
Sol pleno
Água moderada
Zonas 10a-11b
Clima: estreita
Ponto focal
Vaso
Estrutura
Babosa-do-cabo (Aloe ferox) - tronco grosso revestido por uma saia de folhas velhas, secas e voltadas para baixo, densa roseta terminal de folhas grossas, verde-azuladas, de margens espinhosas, espigas altas e ramificadas em candelabro de flores vermelho-alaranjadas erguendo-se acima da roseta.
Aloe ferox
Aloé-do-Cabo
O aloé-do-Cabo (Aloe ferox) é um aloé arbóreo imponente, de tronco único, e é a fonte do aloé amargo do comércio. O GBIF indica que sua área nativa abrange o Cabo Oriental e o Cabo Ocidental da África do Sul e se estende até o Lesoto, como parte da flora suculenta do Cabo Florístico e do Karoo. Forma um tronco grosso revestido por uma saia de folhas velhas e secas, coroado por uma grande roseta de folhas grossas, verde-azuladas, espinhosas e de dentes vermelhos, e no inverno ergue altas hastes em candelabro de flores vermelho-alaranjadas (às vezes amarelas) que são uma excelente fonte de néctar da estação fria - na natureza são polinizadas pelos suimangas. É uma suculenta arquitetônica e extremamente tolerante à seca para sol pleno e drenagem muito acentuada: a causa número um de morte é o excesso de rega, porque o solo úmido e frio apodrece as raízes e a coroa mais rápido do que a seca, então regue com parcimônia e nunca o deixe encharcado. É sensível à geada - a RHS o classifica como H3, resistente apenas a uma geada leve - então fora de climas quentes e secos é melhor cultivá-lo grande em um vaso e abrigá-lo sob cobertura no inverno. O látex amarelo amargo das folhas (a fonte do medicamento laxante "Cape aloes") é um purgante forte e é tóxico se ingerido, de modo que a planta não é um alimento. Resistente ao ar livre aproximadamente nas zonas USDA 9a-11; em qualquer lugar mais frio, vive sob cobertura.
Arbusto
Sol pleno
Pouca água
Zonas 9a-11
Clima: estreita
Ponto focal
Estrutura

Kits iniciais para esta região

Gerados a partir de plantas do catálogo que já passam pelo filtro de encaixe climático desta região, com correspondências nativas ordenadas primeiro quando o catálogo tem cobertura suficiente.
Borda ensolarada para polinizadores
Um plantio ensolarado voltado à fauna, montado com plantas que passam pelo filtro de encaixe desta região.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 10
Relações hospedeiro/especialista: 1
Relações forrageio/polinização: 10
Relações de abrigo: 0
AV
EG
BI
MO
NE
BR
Plantio de borda sombreada
Um kit de borda mais suave para margens de bosque, varandas e bordas de jardim com luz mista.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 5
Relações hospedeiro/especialista: 0
Relações forrageio/polinização: 5
Relações de abrigo: 0
AV
CA
CH
SW
SN
BI
Camada resiliente de arbustos
Uma camada lenhosa estrutural guiada por plantas que se encaixam nas condições regionais atuais e projetadas.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 1
Relações hospedeiro/especialista: 0
Relações forrageio/polinização: 1
Relações de abrigo: 0
AV
PE
SA
CA
RU
WE

Regiões de plantio semelhantes

Explore outras regiões do mesmo bioma. As listas de plantas delas podem sugerir espécies e combinações que vale a pena comparar.
Floresta seca decídua nas colinas de Nallamala, no planalto central do Decão.
RESOLVE 290 - Indomalayan
Central Deccan Plateau dry deciduous forests
The Central Deccan Plateau dry deciduous forests stretch across the central and southern Deccan Plateau of peninsular India, lying mostly within Maharashtra and Telangana and reaching into Madhya Pradesh, Chhattisgarh, and Andhra Pradesh. Unlike the teak and sal forests elsewhere on the plateau, these woodlands are characteristically dominated by Hardwickia binata and Albizia amara, with companion trees such as Boswellia serrata, Anogeissus latifolia, and Acacia catechu beneath a canopy of roughly fifteen to twenty-five meters. The climate is strongly seasonal: the Hardwickia trees drop their leaves through the winter dry season and flush again in April, and the western reaches sit in the rain shadow of the Western Ghats. The forests still shelter Bengal tigers, dholes, sloth bears, gaur, and blackbuck, along with around 300 recorded bird species, among them the globally threatened Jerdon's courser, an India-endemic nightbird rediscovered in 1986 after being feared extinct. Much of the ecoregion has been cleared, however, and it is classed as critical or endangered, so gardeners drawing on its hardy natives, including the frankincense tree Boswellia and drought-tolerant Albizia, are working with plants adapted to a long, pronounced dry season.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 11b-13a
+3.4°F até 2070
92,752 sq mi
Nível NNH 4
Amplo panorama da estação seca sobre as encostas florestadas da cordilheira Phi Pan Nam, acima do reservatório da barragem Sirikit, com árvores decíduas ficando marrons ao perder as folhas para o longo período seco.
RESOLVE 291 - Indomalayan
Central Indochina dry forests
The Central Indochina dry forests form a large tropical dry-forest ecoregion sprawling across the plateaus and low river basins of Thailand, Cambodia, Laos, and Vietnam, taking in the Khorat Plateau, the uplands around the Chao Phraya basin, and the foothills of the Tenasserim Range. Its signature habitat is open deciduous dipterocarp woodland, dominated by Dipterocarpus trees that drop their leaves through the dry season above a sparse, grassy understory. The climate is strongly monsoonal, with roughly 1,000 to 1,500 mm of rainfall concentrated in the wet months followed by a long dry season of five to seven months, during which frequent ground fires sweep the undergrowth and help shape the forest. Until the mid-20th century these savanna-like woodlands rivaled East African plains for their herds of large mammals, including Asian elephants, banteng, gaur, and the sambar deer that serves as the ecoregion's flagship species. Conservation pressure is severe: much original forest has been cleared, only a small fraction is protected, and the endemic wild cattle known as the kouprey is now believed to be globally extinct.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 11b-13a
+2.3°F até 2070
123,614 sq mi
Nível NNH 4
Dossel enevoado de floresta seca decídua sobre colinas baixas no Parque Nacional de Betla, Jharkhand.
RESOLVE 292 - Indomalayan
Chhota-Nagpur dry deciduous forests
The Chhota-Nagpur dry deciduous forests blanket the Chhota-Nagpur Plateau of eastern India, covering most of Jharkhand and reaching into Odisha, West Bengal, Bihar, Chhattisgarh, Uttar Pradesh, and Madhya Pradesh. Because the plateau catches less rain than surrounding lowlands, its dry deciduous woodland is dominated by sal (Shorea robusta) alongside Anogeissus, Terminalia, Lagerstroemia, mahua (Madhuca longifolia), teak (Tectona grandis), and flame of the forest (Butea monosperma), over an understory of shrubs and grasses. The climate is strongly monsoonal, with most of the roughly 1,400 mm of annual rainfall falling between June and September; winters are cool with the occasional sub-freezing night, while summer days turn warm to hot. The region remains an important refuge for tiger and Asian elephant and harbors the sloth bear as a flagship species, with protected blocks such as the Palamau Tiger Reserve.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 11a-12a
+3.1°F até 2070
47,260 sq mi
Nível NNH 4
Vista aérea das áreas úmidas costeiras de Point Calimere e da paisagem ao redor.
RESOLVE 293 - Indomalayan
East Deccan dry-evergreen forests
The East Deccan dry-evergreen forests stretch along southeastern India's Coromandel Coast, between the Eastern Ghats and the Bay of Bengal, covering eastern Tamil Nadu, the union territory of Puducherry, and southeastern Andhra Pradesh from Ramanathapuram District up to Nellore District. Their defining trait sets them apart from other Deccan dry forests: the trees keep their leaves through the long dry season, drawing on water-storing roots and stems and shedding little moisture thanks to thick, waxy leaves, beneath a low closed canopy that rarely tops 10 meters. Characteristic evergreen trees include Manilkara hexandra, Mimusops elengi, Ceylon ebony (Diospyros ebenum), the strychnine tree (Strychnos nux-vomica), Drypetes sepiaria, and Flacourtia indica. The climate is hot and seasonally dry, with most rain arriving during the brief northeast monsoon from October to December and an extended, very warm dry season. This is one of the most depleted ecoregions in the region, as roughly 95 percent of the original forest has been cleared and the best surviving stands persist mainly in sacred groves protected by local religious tradition, where the Indian gazelle (chinkara) is a flagship species.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 13a-13b
+1.9°F até 2070
9,858 sq mi
Nível NNH 4
Templos de tijolo erguidos entre árvores esparsas e campo pastejado na planície de Bagan, Mianmar.
RESOLVE 294 - Indomalayan
Irrawaddy dry forests
The Irrawaddy dry forests occupy the arid heart of central Myanmar, spanning portions of the Irrawaddy, Sittaung, and Salween river basins across several administrative divisions. This is a patchwork of dipterocarp woodland and thorny scrub, characterized by drought-tolerant trees such as Dipterocarpus tuberculatus, Shorea, the native teak Tectona hamiltoniana, Terminalia oliveri, and Senegalia (Acacia) catechu, with tall bamboos like Dendrocalamus strictus widespread. The climate is harsh and dry, receiving well under 800 mm of annual rainfall that arrives sporadically and torrentially from mid-July through October, with rarely more than about fifteen rain-days a year. Despite this severity the region harbors notable endemics, including the critically endangered Popa langur and near-endemic birds such as the white-throated babbler and hooded racket-tailed treepie, while serving as a key refuge for the rare Burmese starred tortoise; less than one percent of the ecoregion lies within protected areas, making it one of the more imperiled dry forests of the realm. Gardeners in hot, low-rainfall climates may recognize several genera native here, including teak (Tectona) and Bauhinia, valued ornamentally elsewhere.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 11b-12b
+2.5°F até 2070
13,548 sq mi
Nível NNH 4
Mata sem folhas na estação seca sobre terra vermelha na floresta de Gir, Gujarat.
RESOLVE 295 - Indomalayan
Khathiar-Gir dry deciduous forests
The Khathiar-Gir dry deciduous forests cover a broad, mostly arid swath of northwestern India, stretching across the states of Gujarat, Rajasthan, and Madhya Pradesh and taking in the Aravalli Range (crowned by Mount Abu), the Kathiawar Peninsula, and the Gir Hills. The vegetation is dry deciduous woodland: teak (Tectona grandis) along with bael (Aegle marmelos), silk-cotton, Boswellia, and Diospyros in the less arid zones, giving way to hardy Anogeissus pendula and khair (Acacia catechu) on drier, rocky ground. The climate is hot and arid, with most of the 550 to 700 mm of annual rain falling during the June-to-September southwest monsoon, summer temperatures soaring above 45 degrees Celsius and winter nights dropping near freezing. This is the only ecoregion in Asia that still shelters wild lions, the endangered Asiatic lion of Gir, and it also supports around 80 mammal species and over 300 birds. Much of the original forest has been fragmented, and the WWF classifies the ecoregion as critical or endangered with only a small fraction protected. For gardeners in similarly hot, seasonally dry climates, native trees such as bael (Aegle marmelos) point toward drought-tolerant, monsoon-adapted plantings.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 10b-12a
+2.6°F até 2070
103,092 sq mi
Nível NNH 4

Até onde chega esta ecorregião

Os países, estados dos EUA e províncias do Canadá que esta ecorregião toca, a partir de um cruzamento espacial de seu polígono RESOLVE com os limites da Natural Earth.
Países

Educator packet

Region packet
Southern Vietnam lowland dry forests educator packet
As florestas secas de terras baixas do sul do Vietnã formam uma faixa costeira estreita e relativamente árida que percorre o litoral do mar da China Meridional no sul do Vietnã, das imediações de Da Nang para o sul, até a borda do delta do rio Mekong. Abrigada na sombra de chuva da cordilheira Anamita meridional, a região contém um mosaico de matagais sobre dunas de areia vermelha, floresta costeira raquítica e floresta semiperenifólia em colinas baixas, com dipterocarpáceas como Shorea e Hopea e a Melaleuca leucadendron associada às dunas entre suas árvores características. O clima é do tipo savana tropical, com temperaturas uniformes o ano todo e uma estação seca marcada, e precipitação média anual que cai de menos de 1.500 mm ao sul de Nha Trang para menos de 800 mm perto de Phan Rang. As dunas abrigam árvores endêmicas criticamente ameaçadas, como Hopea cordata e Shorea falcata, e o gibão-de-bochechas-vermelhas é a espécie emblemática da ecorregião. É uma das florestas secas mais alteradas da Ásia, restando muito pouco fora da pequena rede de áreas protegidas.
Realm
Indomalayan
Dominant biome
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Approximate area
13,531 square miles
States / provinces
Not recorded
Climate descriptor
Not recorded
Classroom prompts
- Which climate and biome facts explain why this region supports its characteristic plants?
- How do native-plant and wildlife-support claims differ from a species-presence claim?
- Which source-backed facts would you cite before using this region in a classroom map activity?
Use the Sources & citations section below for page citation styles and region source links.

Fontes e citações

Citar esta página
Para planos de aula, artigos ou notas de plantio regionais que usem esta página do Plotwright. Para citar a estrutura de ecorregiões subjacente ou um perfil editorial específico, use os cartões de fontes abaixo.
Plotwright. (n.d.). Southern Vietnam lowland dry forests (Southern Vietnam lowland dry forests). Retrieved 2026, October 9, from https://plotwright.com/regions/resolve-300
Fontes para esta região
Esta página cita primeiro o Plotwright pela visão compilada e depois lista as páginas de fontes da estrutura, do clima e editoriais a montante para que os leitores possam citar o material original diretamente.
RESOLVE 2017 Terrestrial Ecoregions (Dinerstein et al.)
Estrutura principal de ecorregiões
One Earth
One Earth
Wikipedia
Wikimedia Foundation