Central American pine-oak forests

Central American pine-oak forests

Central American pine-oak forests
As florestas de pinheiros e carvalhos da América Central estendem-se ao longo da espinha montanhosa do norte da América Central, desde as terras altas de Chiapas e a Sierra Madre de Chiapas, no sul do México, através das terras altas da Guatemala, El Salvador e Honduras, até a Nicarágua. Como o nome sugere, essas florestas montanas são dominadas por pinheiros (espécies de Pinus) e carvalhos (espécies de Quercus), com os pinheiros tendendo a predominar nas altitudes maiores e os carvalhos mais abaixo, ao lado de árvores como o liquidâmbar-americano. Ocupam uma faixa de altitude média, aproximadamente entre 600 e 1.800 metros, que dá lugar à floresta nublada mais acima e se funde com a floresta tropical úmida na vertente do Caribe e a floresta tropical seca na vertente do Pacífico. A região é uma Área de Aves Endêmicas e o célebre lar do quetzal-resplandecente, embora grande parte de sua floresta seja hoje considerada criticamente ameaçada, com os maciços de El Salvador quase inteiramente derrubados. Para jardineiros, é o solo nativo do liquidâmbar-americano (Liquidambar styraciflua), uma popular árvore ornamental de sombra apreciada por sua coloração de outono.
RESOLVE 553
Neotropic
42,987 sq mi
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Tipo de paisagem
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Região vegetal
Neotropic
Pegada da região
42,987 sq mi
Pressão sobre o habitat
Nature Could Reach Half Protected (Dinerstein NNH 2)
Use isto como o padrão geral de plantio para a região: Florestas subtropicais e tropicais dominadas por coníferas, como os pinheiros, geralmente em climas semiáridos com chuvas sazonais. Frequentemente ocupam altitudes mais elevadas e apresentam sub-bosques adaptados ao fogo. Para decisões de jardim, combine esse contexto com a lista de plantas abaixo e depois refine pelas restrições de luz, água, solo e tamanho adulto do seu local.

Plantas que aguentam esta região

Uma lista enxuta com bom encaixe climático do catálogo do Plotwright. Comece pelas opções confiáveis e depois use cada página de planta para verificar luz, água, solo, tamanho adulto e disponibilidade local.
Mostrando 258 de 258 plantas com bom encaixe climático para esta região.
Opções climáticas confiáveis
Boas apostas para agora e depois
250 plantas
Estas plantas se adequam à região hoje e permanecem na faixa segundo a projeção de meados do século. Comece por aqui quando quiser opções com o menor arrependimento climático.
Acalifa (Acalypha wilkesiana) - vista aproximada da ponta de um ramo com folhas largas e denteadas em bordô acobreado e verde, cada uma debruada de vermelho-rosado, em uma estufa de jardim botânico em Fort Wayne, Indiana.
Acalypha wilkesiana
Acalifa
A acalifa (em inglês também chamada de Jacob's coat ou fire dragon plant) é um arbusto tropical perenifólio de crescimento rápido, originário de Fiji e das ilhas vizinhas do Pacífico Sul (Vanuatu, as Ilhas Salomão, o Arquipélago de Bismarck e Tuvalu), cultivado em quase todo o resto do mundo por sua folhagem. A espécie tem folhas grandes, largas e grosseiramente denteadas, mosqueadas de verde-acobreado e vermelho; os padrões de folha rosa, creme, dourado e roxo-ébano vendidos no comércio pertencem a cultivares com nome próprio, como 'Blackie', 'Bronze Pink', 'Java White' e 'Tricolor', e não à espécie pura descrita aqui. As flores são minúsculas e insignificantes, dispostas em espigas delgadas semelhantes a amentilhos na mesma planta: longas espigas masculinas pendentes e espigas femininas curtas, muitas vezes escondidas entre as folhas. É sensível à geada e só é rústica com segurança nas zonas USDA 10a-11b; em qualquer lugar mais frio, é cultivada como anual de estação quente ou como planta de vaso levada para dentro de casa no inverno. Em uma paisagem sem geada, pode chegar a 8 a 12 pés de altura e 6 a 8 pés de largura, embora, como planta de vaso ou de canteiro, costume ficar em torno de 3 a 4 pés. Trate-a como irritante: a RHS lista a cultivar 'Obovata' como irritante para a pele e os olhos e nociva se ingerida. Ela consta como introduzida na Flórida, no Havaí e em Porto Rico, mas a UF/IFAS não a considera uma espécie problemática na Flórida no momento.
Arbusto
Sol pleno / Sombra parcial
Umidade constante
Zonas 10a-11b
Clima: estreita
Ponto focal
Vaso
Estrutura
Bordadura
Alamanda-amarela (Allamanda cathartica): duas flores em forma de trombeta, de um amarelo-dourado, abaixo de folhas verdes, uma voltada para a frente, com cinco lobos largos e arredondados e a garganta laranja, e a outra de perfil, mostrando seu tubo longo e estreito, em um jardim de aldeia na ilha de Buton, na Indonésia.
Allamanda cathartica
Alamanda-amarela
A alamanda-amarela (em inglês golden trumpet, também vendida como yellow allamanda ou common allamanda) é um arbusto escandente perenifólio de crescimento rápido, da família das apocináceas (Apocynaceae), nativo do norte e do centro da América do Sul: o World Checklist de Kew a situa no Brasil, na Bolívia, na Venezuela, na Guiana, no Suriname e na Guiana Francesa. Ela produz cachos de grandes flores em forma de trombeta, de um amarelo-dourado, com 3 a 4 polegadas de comprimento, do verão até a geada, sobre folhas brilhantes e coriáceas dispostas em verticilos de três ou quatro, e, deixada por conta própria, lança caules longos, lenhosos e esparramados que alcançam 10 a 20 pés sobre um suporte ou sobre as plantas vizinhas. Não tem gavinhas nem raízes aéreas, e as fontes divergem sobre se os caules se enrolam, mas tanto o Missouri Botanical Garden quanto a NC State dizem que ela precisa ser amarrada ou conduzida em uma treliça; também pode ser podada como arbusto ou cerca-viva. É sensível à geada e rústica apenas nas zonas USDA 10a-11b; em qualquer lugar mais frio, é cultivada como anual de verão ou como planta de vaso levada para dentro de casa no inverno. Dois alertas importam tanto quanto as flores. Ela é invasora em várias regiões quentes: o UF/IFAS a classifica como de alto risco de invasão no norte, no centro e no sul da Flórida e não recomenda plantá-la, o Weeds of Australia, do governo de Queensland, a trata como uma planta daninha ambiental que se espalha pelas florestas tropicais do norte de Queensland, e o Hawaii-Pacific Weed Risk Assessment a classifica como de alto risco. E ela é venenosa: todas as partes são tóxicas se ingeridas, e a seiva leitosa irrita a pele e os olhos.
Arbusto
Sol pleno
Água moderada
Zonas 10a-11b
Clima: estreita
Ponto focal
Vaso
Estrutura
Boas agora, não depois
Boas agora, menos certas depois
1 plantas
Correspondências com o clima futuro
Provavelmente melhores conforme os invernos esquentam
7 plantas
Estas plantas não são a melhor opção atual, mas a projeção de meados do século aproxima esta região da faixa de conforto delas.
Jasmim-manga (Plumeria rubra): cachos de flores rosa-escuras de cinco pétalas, com pequenos centros amarelos, entre folhas verdes grandes, contra um céu azul, fotografados na Ilha Sanibel, Flórida.
Plumeria rubra
Jasmim-manga
O jasmim-manga (também chamado plumeria, frangipani e, em inglês, temple tree ou nosegay) é uma árvore pequena, arredondada e caducifólia das regiões secas e quentes do México e da América Central, ao sul até a Colômbia e a Venezuela, hoje plantada em todos os trópicos por suas flores intensamente perfumadas. Ramos grossos, rombudos e de casca cinzenta carregam folhas grandes agrupadas nas pontas e, do fim da primavera ao outono, cada ponta de ramo termina em um cacho de flores de cinco pétalas, de rosa a vermelhas na espécie, enquanto as formas de jardim variam para o branco, o amarelo e o bicolor. Em um jardim sem geada, chega a 15 a 25 pés de altura e de largura. É sensível à geada e só cresce no solo nas zonas USDA 10b-12b; o UF/IFAS alerta que as plumerias podem ser suscetíveis a danos pelo frio, então em qualquer lugar mais frio ele é cultivado em vaso e passa o inverno em ambiente interno. Ramos quebrados vertem uma seiva leitosa que irrita a pele e os olhos, e a RHS lista a planta como nociva se ingerida, tanto para pessoas quanto para animais de estimação; o UF/IFAS acrescenta que as plumerias não são particularmente venenosas em comparação com outras plantas de paisagismo, como a espirradeira. É a flor nacional da Nicarágua, onde é chamado sacuanjoche. A Wikipedia o relata como naturalizado na maior parte da Ásia tropical e das ilhas do Pacífico, mas a avaliação de risco de plantas daninhas do Pacific Island Ecosystems at Risk não encontrou evidências de naturalização e o classifica como de baixo risco.
Árvore
Sol pleno
Pouca água
Zonas 10b-12b
Clima: estreita
Ponto focal
Estrutura
Vaso

Kits iniciais para esta região

Gerados a partir de plantas do catálogo que já passam pelo filtro de encaixe climático desta região, com correspondências nativas ordenadas primeiro quando o catálogo tem cobertura suficiente.
Borda ensolarada para polinizadores
Um plantio ensolarado voltado à fauna, montado com plantas que passam pelo filtro de encaixe desta região.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 8
Relações hospedeiro/especialista: 1
Relações forrageio/polinização: 12
Relações de abrigo: 0
AV
PI
SU
BE
BE
AF
Plantio de borda sombreada
Um kit de borda mais suave para margens de bosque, varandas e bordas de jardim com luz mista.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 7
Relações hospedeiro/especialista: 0
Relações forrageio/polinização: 11
Relações de abrigo: 0
AV
TU
CO
BE
AF
FL
Camada resiliente de arbustos
Uma camada lenhosa estrutural guiada por plantas que se encaixam nas condições regionais atuais e projetadas.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 9
Relações hospedeiro/especialista: 1
Relações forrageio/polinização: 9
Relações de abrigo: 0
AV
CO
AD
GO
JA
CA

Regiões de plantio semelhantes

Explore outras regiões do mesmo bioma. As listas de plantas delas podem sugerir espécies e combinações que vale a pena comparar.
Pinheiros do Caribe acima de palmeiras de cobertura e samambaias-do-campo em uma trilha calcária, Parque Nacional Lucayan, Grande Bahama.
RESOLVE 552 - Neotropic
Bahamian pineyards
The Bahamian pineyards are a tropical and subtropical coniferous forest ecoregion spanning the northern Bahamas, on Grand Bahama, Abaco, Andros, and New Providence, together with the Caicos Islands of the Turks and Caicos. The canopy is dominated by the Bahamian pine (Pinus caribaea var. bahamensis), a variety botanically distinct from other Caribbean pines and adapted to sandy, salty ground, growing over a broad-leaved shrub understory that includes poisonwood (Metopium toxiferum), thatch palms, and the endemic five-finger. These are fire-maintained, pyrogenic forests; pollen records indicate a largely anthropogenic origin, with the modern pineyards established by about 1200 CE following Lucayan land clearing. The ecoregion carries a Critical/Endangered status and shelters notable wildlife, including endemic birds such as the Bahama yellowthroat, Bahama woodstar, and Bahama oriole, rock iguanas (Cyclura) and boas (Epicrates), and the wintering Kirtland's warbler, while logging, invasive species, and intensifying hurricanes such as Dorian remain serious threats. For gardeners, the understory native pinepink orchid (Bletia purpurea) is among the ornamental plants found here.
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Zonas 11b-13b
+1.5°F até 2070
2,659 sq mi
Nível NNH 3
Matagal de folhas largas e pinheiros esparsos ao redor do domo rochoso de La Gran Piedra, Sierra Maestra, Cuba.
RESOLVE 554 - Neotropic
Cuban pine forests
The Cuban pine forests form a tropical coniferous ecoregion confined to the island of Cuba and Isla de la Juventud, surviving in separate western patches around Pinar del Rio and eastern stands in the Sierra Maestra and Nipe-Sagua-Baracoa mountains. The canopy is built almost entirely of native pines, with Pinus caribaea and Pinus tropicalis dominating the western forests and Pinus maestrensis and Pinus cubensis in the east, often accompanied by the local oak Quercus sagraeana. These trees grow on well-drained, nutrient-poor, acidic soils, including quartziferous sands and lateritic ground, under a warm climate averaging about 25 degrees Celsius with a dry season from roughly November to April and a wet summer. The region is a stronghold of endemism, home to flagship birds such as the Cuban tody, Cuban trogon, and olive-capped warbler, while the Cajalbana Plateau ranks among Cuba's most distinctive centers of plant diversity; centuries of logging, fire, and mining have left the ecoregion classified as critically endangered.
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Zonas 12a
+1.9°F até 2070
2,479 sq mi
Nível NNH 3
Povoamento de pinheiros de Hispaniola com agaves no sub-bosque, Haiti.
RESOLVE 555 - Neotropic
Hispaniolan pine forests
The Hispaniolan pine forests cover the high mountains of the Caribbean island of Hispaniola, spanning both the Dominican Republic and Haiti, where they extend from the Cordillera Central into Haiti's Massif du Nord at elevations above roughly 800 meters. The forests are dominated by pino criollo (Pinus occidentalis), the island's only native pine, growing alongside other conifers such as the juniper Juniperus gracilior and Podocarpus aristulatus, with broad-leaved understory shrubs at lower elevations. The climate is comparatively cool and seasonal for the tropics, with annual rainfall generally between 1,000 and 2,000 millimeters and a distinct wet season, and temperatures in the higher reaches can fall below freezing. The ecoregion is rated Critical/Endangered: more than half of its original area has been cleared for agriculture, pasture, and plantations, with the Haitian portion far more deforested than the Dominican side. It shelters many endemic animals, including the Hispaniolan crossbill, white-winged warbler, and golden swallow. Gardeners may recognize native genera here such as Juniperus, Vaccinium, and Buddleja.
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Zonas 10b-12b
+2.0°F até 2070
4,476 sq mi
Nível NNH 2
Palmeiras-leque entre carvalhos em um cânion sombreado da Sierra de la Laguna, Baja California Sur, México.
RESOLVE 556 - Neotropic
Sierra de la Laguna pine-oak forests
The Sierra de la Laguna pine-oak forests crown the Sierra de la Laguna mountain range at the southern tip of Mexico's Baja California Peninsula, within Los Cabos and eastern La Paz municipalities of Baja California Sur. Found above roughly 800 meters and ringed at lower elevations by dry forest and desert, they form the only temperate forests in the state, dominated by oaks (Quercus, including the endemic Q. devia) and pines (notably the endemic Pinus lagunae), alongside the Peninsular madrone (Arbutus peninsularis). Their elevation gives a subtropical to temperate climate that is markedly wetter than the surrounding lowlands, with rain concentrated in summer. This island of forest is a center of endemism, holding around 694 plant species of which roughly 85 occur nowhere else, and part of the range was designated a UNESCO biosphere reserve. For gardeners, the native Arbutus and Quercus offer cues to genera suited to mild, summer-rain mountain climates.
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Zonas 10a-11a
+1.9°F até 2070
411 sq mi
Nível NNH 1
Folhagem de pinheiro diante de uma crista continuamente arborizada de pinheiros e carvalhos, Cerro San Felipe, Oaxaca, México.
RESOLVE 557 - Neotropic
Sierra Madre de Oaxaca pine-oak forests
The Sierra Madre de Oaxaca pine-oak forests cover the rugged Sierra Madre de Oaxaca mountains of southern Mexico, lying mostly within Oaxaca state and extending north into Puebla and Veracruz, with terrain reaching 3,400 metres at the peak of Zempoaltepetl. A mosaic of pine and oak woodland dominates, built largely on Pinus and Quercus (including netleaf oak), grading into humid cloud forests rich in bromeliads, orchids, and ferns. The climate is temperate and humid, with the range intercepting moist air carried west from the Gulf of Mexico; yearly temperatures and rainfall range roughly from 16 to 20 degrees Celsius and 700 to 4,000 millimetres. These forests are exceptionally biodiverse, holding nearly 40 percent of Mesoamerica's endemic vertebrates and ranking among the last remaining habitats for jaguar and puma in Mexico, with much of the land stewarded by Indigenous communities. For gardeners, the region is also home to native orchids of the genus Rhynchostele.
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Zonas 9a-12a
+1.3°F até 2070
5,538 sq mi
Nível NNH 2
Bosque de carvalhos na Sierra Madre del Sur, Michoacán.
RESOLVE 558 - Neotropic
Sierra Madre del Sur pine-oak forests
The Sierra Madre del Sur pine-oak forests blanket the mountain ranges of southern Mexico that run parallel to the Pacific coast, spanning the states of Michoacan, Guerrero, and Oaxaca. As the name suggests, the forests are built around oaks (Quercus) and pines (Pinus), with characteristic species including Quercus magnoliifolia, Q. castanea, Pinus pseudostrobus, and Pinus herrerae, while firs (Abies) take over at the highest elevations and humid cloud forests gather on mid-slopes. Conditions are temperate to subhumid, with rainfall in the range of about 800 to 1,600 mm a year across an elevation span reaching from roughly 100 to 3,500 meters. The region is an exceptional center of endemism: it holds some 595 plant species with seven endemic genera and 160 native birds, 28 of them found nowhere else, and its flagship animal is the Omiltemi cottontail rabbit. For gardeners, the ecoregion is also home to ornamental natives such as the Texas madrone (Arbutus xalapensis) and several endemic magnolias.
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Zonas 9b-12b
+1.6°F até 2070
23,616 sq mi
Nível NNH 3

Até onde chega esta ecorregião

Os países, estados dos EUA e províncias do Canadá que esta ecorregião toca, a partir de um cruzamento espacial de seu polígono RESOLVE com os limites da Natural Earth.

Educator packet

Region packet
Central American pine-oak forests educator packet
As florestas de pinheiros e carvalhos da América Central estendem-se ao longo da espinha montanhosa do norte da América Central, desde as terras altas de Chiapas e a Sierra Madre de Chiapas, no sul do México, através das terras altas da Guatemala, El Salvador e Honduras, até a Nicarágua. Como o nome sugere, essas florestas montanas são dominadas por pinheiros (espécies de Pinus) e carvalhos (espécies de Quercus), com os pinheiros tendendo a predominar nas altitudes maiores e os carvalhos mais abaixo, ao lado de árvores como o liquidâmbar-americano. Ocupam uma faixa de altitude média, aproximadamente entre 600 e 1.800 metros, que dá lugar à floresta nublada mais acima e se funde com a floresta tropical úmida na vertente do Caribe e a floresta tropical seca na vertente do Pacífico. A região é uma Área de Aves Endêmicas e o célebre lar do quetzal-resplandecente, embora grande parte de sua floresta seja hoje considerada criticamente ameaçada, com os maciços de El Salvador quase inteiramente derrubados. Para jardineiros, é o solo nativo do liquidâmbar-americano (Liquidambar styraciflua), uma popular árvore ornamental de sombra apreciada por sua coloração de outono.
Realm
Neotropic
Dominant biome
Tropical & Subtropical Coniferous Forests
Approximate area
42,987 square miles
States / provinces
Not recorded
Climate descriptor
Not recorded
Classroom prompts
- Which climate and biome facts explain why this region supports its characteristic plants?
- How do native-plant and wildlife-support claims differ from a species-presence claim?
- Which source-backed facts would you cite before using this region in a classroom map activity?
Use the Sources & citations section below for page citation styles and region source links.

Fontes e citações

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Plotwright. (n.d.). Central American pine-oak forests (Central American pine-oak forests). Retrieved 2026, October 9, from https://plotwright.com/regions/resolve-553
Fontes para esta região
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RESOLVE 2017 Terrestrial Ecoregions (Dinerstein et al.)
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