Zambezian evergreen dry forests

Zambezian evergreen dry forests

Zambezian evergreen dry forests
As florestas secas sempre-verdes zambezianas formam um arquipélago de floresta densa e perene pelo oeste da Zâmbia e por Angola vizinha, e estão entre as maiores extensões de floresta tropical sempre-verde existentes fora da zona equatorial. O dossel é dominado pelo gênero arbóreo Cryptosepalum, conhecido localmente como "mavunda", cujas altas árvores perenes se fecham a cerca de 15 a 18 metros sobre um sub-bosque emaranhado de arbustos, trepadeiras e lianas. Assentada sobre areias profundas do Kalahari, a cerca de 1.100 a 1.200 metros de altitude, a região atravessa três estações, uma quente e úmida, uma quente e seca e uma fresca e seca, com precipitação anual entre cerca de 800 e 1.200 milímetros. A riqueza de vertebrados é relativamente baixa e poucas espécies são endêmicas, embora a floresta abrigue ramoneadores discretos como o cefalofo-de-dorso-amarelo, além de uma avifauna distinta, e grandes trechos fiquem dentro dos parques nacionais de Kafue e West Lunga. Os jardineiros devem notar que são florestas intolerantes ao fogo, de modo que o Cryptosepalum nativo e companheiros de mata como Brachystegia e Syzygium convêm a locais quentes, livres de geada e de chuvas de verão.
RESOLVE 33
Afrotropic
12,237 sq mi
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Tipo de paisagem
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Região vegetal
Afrotropic
Pegada da região
12,237 sq mi
Pressão sobre o habitat
Nature Imperiled (Dinerstein NNH 4)
Use isto como o padrão geral de plantio para a região: Florestas tropicais que passam por uma estação seca pronunciada, quando muitas árvores perdem as folhas para conservar água. Abrigam alta biodiversidade, mas estão entre os hábitats tropicais mais ameaçados, sensíveis ao fogo e ao desmatamento para a agricultura. Para decisões de jardim, combine esse contexto com a lista de plantas abaixo e depois refine pelas restrições de luz, água, solo e tamanho adulto do seu local.

Plantas que aguentam esta região

Uma lista enxuta com bom encaixe climático do catálogo do Plotwright. Comece pelas opções confiáveis e depois use cada página de planta para verificar luz, água, solo, tamanho adulto e disponibilidade local.
Mostrando 230 de 230 plantas com bom encaixe climático para esta região.
Opções climáticas confiáveis
Boas apostas para agora e depois
230 plantas
Estas plantas se adequam à região hoje e permanecem na faixa segundo a projeção de meados do século. Comece por aqui quando quiser opções com o menor arrependimento climático.
Acalifa (Acalypha wilkesiana) - vista aproximada da ponta de um ramo com folhas largas e denteadas em bordô acobreado e verde, cada uma debruada de vermelho-rosado, em uma estufa de jardim botânico em Fort Wayne, Indiana.
Acalypha wilkesiana
Acalifa
A acalifa (em inglês também chamada de Jacob's coat ou fire dragon plant) é um arbusto tropical perenifólio de crescimento rápido, originário de Fiji e das ilhas vizinhas do Pacífico Sul (Vanuatu, as Ilhas Salomão, o Arquipélago de Bismarck e Tuvalu), cultivado em quase todo o resto do mundo por sua folhagem. A espécie tem folhas grandes, largas e grosseiramente denteadas, mosqueadas de verde-acobreado e vermelho; os padrões de folha rosa, creme, dourado e roxo-ébano vendidos no comércio pertencem a cultivares com nome próprio, como 'Blackie', 'Bronze Pink', 'Java White' e 'Tricolor', e não à espécie pura descrita aqui. As flores são minúsculas e insignificantes, dispostas em espigas delgadas semelhantes a amentilhos na mesma planta: longas espigas masculinas pendentes e espigas femininas curtas, muitas vezes escondidas entre as folhas. É sensível à geada e só é rústica com segurança nas zonas USDA 10a-11b; em qualquer lugar mais frio, é cultivada como anual de estação quente ou como planta de vaso levada para dentro de casa no inverno. Em uma paisagem sem geada, pode chegar a 8 a 12 pés de altura e 6 a 8 pés de largura, embora, como planta de vaso ou de canteiro, costume ficar em torno de 3 a 4 pés. Trate-a como irritante: a RHS lista a cultivar 'Obovata' como irritante para a pele e os olhos e nociva se ingerida. Ela consta como introduzida na Flórida, no Havaí e em Porto Rico, mas a UF/IFAS não a considera uma espécie problemática na Flórida no momento.
Arbusto
Sol pleno / Sombra parcial
Umidade constante
Zonas 10a-11b
Clima: estreita
Ponto focal
Vaso
Estrutura
Bordadura
Alamanda-amarela (Allamanda cathartica): duas flores em forma de trombeta, de um amarelo-dourado, abaixo de folhas verdes, uma voltada para a frente, com cinco lobos largos e arredondados e a garganta laranja, e a outra de perfil, mostrando seu tubo longo e estreito, em um jardim de aldeia na ilha de Buton, na Indonésia.
Allamanda cathartica
Alamanda-amarela
A alamanda-amarela (em inglês golden trumpet, também vendida como yellow allamanda ou common allamanda) é um arbusto escandente perenifólio de crescimento rápido, da família das apocináceas (Apocynaceae), nativo do norte e do centro da América do Sul: o World Checklist de Kew a situa no Brasil, na Bolívia, na Venezuela, na Guiana, no Suriname e na Guiana Francesa. Ela produz cachos de grandes flores em forma de trombeta, de um amarelo-dourado, com 3 a 4 polegadas de comprimento, do verão até a geada, sobre folhas brilhantes e coriáceas dispostas em verticilos de três ou quatro, e, deixada por conta própria, lança caules longos, lenhosos e esparramados que alcançam 10 a 20 pés sobre um suporte ou sobre as plantas vizinhas. Não tem gavinhas nem raízes aéreas, e as fontes divergem sobre se os caules se enrolam, mas tanto o Missouri Botanical Garden quanto a NC State dizem que ela precisa ser amarrada ou conduzida em uma treliça; também pode ser podada como arbusto ou cerca-viva. É sensível à geada e rústica apenas nas zonas USDA 10a-11b; em qualquer lugar mais frio, é cultivada como anual de verão ou como planta de vaso levada para dentro de casa no inverno. Dois alertas importam tanto quanto as flores. Ela é invasora em várias regiões quentes: o UF/IFAS a classifica como de alto risco de invasão no norte, no centro e no sul da Flórida e não recomenda plantá-la, o Weeds of Australia, do governo de Queensland, a trata como uma planta daninha ambiental que se espalha pelas florestas tropicais do norte de Queensland, e o Hawaii-Pacific Weed Risk Assessment a classifica como de alto risco. E ela é venenosa: todas as partes são tóxicas se ingeridas, e a seiva leitosa irrita a pele e os olhos.
Arbusto
Sol pleno
Água moderada
Zonas 10a-11b
Clima: estreita
Ponto focal
Vaso
Estrutura

Kits iniciais para esta região

Gerados a partir de plantas do catálogo que já passam pelo filtro de encaixe climático desta região, com correspondências nativas ordenadas primeiro quando o catálogo tem cobertura suficiente.
Borda ensolarada para polinizadores
Um plantio ensolarado voltado à fauna, montado com plantas que passam pelo filtro de encaixe desta região.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 8
Relações hospedeiro/especialista: 1
Relações forrageio/polinização: 12
Relações de abrigo: 0
AV
PI
SU
BE
BE
AF
Plantio de borda sombreada
Um kit de borda mais suave para margens de bosque, varandas e bordas de jardim com luz mista.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 7
Relações hospedeiro/especialista: 0
Relações forrageio/polinização: 11
Relações de abrigo: 0
AV
TU
CO
BE
AF
FL
Camada resiliente de arbustos
Uma camada lenhosa estrutural guiada por plantas que se encaixam nas condições regionais atuais e projetadas.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 9
Relações hospedeiro/especialista: 1
Relações forrageio/polinização: 9
Relações de abrigo: 0
AV
CO
AD
GO
JA
CA

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Bosque de acácias perto do Tarrafal, na ilha de Santiago, Cabo Verde.
RESOLVE 31 - Afrotropic
Cape Verde Islands dry forests
The Cape Verde Islands dry forests cover the entire volcanic archipelago of Cabo Verde, a cluster of ten islands and five islets in the eastern Atlantic roughly 500 km off the West African coast near Senegal. Despite the "forest" label, the original vegetation was savanna or steppe at lower elevations with semi-desert plants on the driest ground and arid shrubland or dry woodland higher up, where native trees include the dragon's blood tree (Dracaena caboverdeana), the endemic marmulan (Sideroxylon marginatum), and figs and tamarisk. The climate has a dry season from December to July and a warm, wet season from August to November; rainfall is extremely uneven, with some places receiving around 1,200 mm while others go years with almost none, and taller islands wring out more moisture through orographic rain. Long isolation has produced striking endemism, including dozens of endemic flowering plants such as the endemic genus Tornabenea, many endemic geckos and skinks, and the endangered raso lark, yet only about three percent of the ecoregion is protected and its conservation status is rated critical. For gardeners in similar hot, dry climates, the islands' native flora includes ornamental drought-tolerant genera such as Dracaena and the Cape Verde date palm (Phoenix atlantica).
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
1,762 sq mi
Nível NNH 4
Canal de maré serpenteando entre mangue e floresta seca em Anjajavy, no noroeste de Madagascar.
RESOLVE 32 - Afrotropic
Madagascar dry deciduous forests
The Madagascar dry deciduous forests occupy the western side of Madagascar, from the Ampasindava Peninsula in the north to Belo-sur-Tsiribihina and Maromandia in the south, together with the island's northern tip. As the name suggests, these are seasonally deciduous woodlands where most trees drop their leaves during the dry season, growing over coastal plains and limestone (tsingy) plateaus and including several species of baobab (Adansonia), Pachypodium, and the flamboyant tree. The climate is tropical, with a marked dry season from roughly May to October and most rain falling between October and April, annual totals ranging from about 1,000 mm in the south to 1,500 mm in the north. The ecoregion is exceptionally rich in endemic species, harboring endemic baobabs and lemurs such as the golden-crowned sifaka along with the fossa as its flagship animal, yet it is heavily fragmented and ranked Critical/Endangered. For gardeners, it is the native home of ornamental icons including the baobabs, the succulent Pachypodium, and the flamboyant tree (Delonix), all adapted to a long dry season.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 11b-13a
+1.9°F até 2070
58,737 sq mi
Nível NNH 4
Dossel de floresta tropical perto de Villavicencio, Meta, Colômbia.
RESOLVE 520 - Neotropic
Apure-Villavicencio dry forests
The Apure-Villavicencio dry forests stretch along the eastern foot of the Andes' eastern cordillera, spanning the Venezuelan states of Portuguesa, Barinas and Apure and the Colombian departments of Arauca, Casanare and Meta. This is a transitional ecoregion, a patchwork of premontane, gallery and deciduous dry forest grading into savanna where the Andean montane forests give way to the lowland Llanos grasslands. Characteristic woody plants include mesquite (Prosopis juliflora), palo verde (Cercidium praecox), kapok (Ceiba pentandra), yellow mombin (Spondias mombin), and palms such as the moriche (Mauritia flexuosa) and macaúba (Acrocomia aculeata). Its climate is equatorial with a pronounced dry winter (Köppen Aw), with temperatures ranging from about 19 to 33 degrees Celsius. The forests have been severely degraded by deforestation, farming and ranching, leaving poorly protected remnants that the World Wildlife Fund rates as Vulnerable, yet they still shelter the giant anteater, Geoffroy's spider monkey, and the flagship Colombian four-eyed frog. Gardeners may recognize several natives here as ornamentals, including the stately kapok tree and the moriche and macaúba palms.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 13a-13b
+2.4°F até 2070
26,469 sq mi
Nível NNH 3
Matagal seco e árvores esparsas acima do lago Chapala em Santa Cruz de la Soledad, Jalisco.
RESOLVE 521 - Neotropic
Bajío dry forests
The Bajío dry forests cover the southwestern Mexican Plateau in west-central Mexico, spanning the states of Jalisco, Guanajuato, and Michoacán across the Lerma River basin and the lake country around Chapala, Cuitzeo, and Pátzcuaro. Set in valleys between roughly 1,000 and 2,000 meters on shallow, rocky, well-drained volcanic and limestone soils, the region was historically dry deciduous forest whose characteristic trees included copal, pochote, palo amarillo, and mauto, with thorn-scrub communities of mesquite and huamúchil. The climate is tropical subhumid, with annual rainfall around 500 to 930 millimeters and a pronounced dry season that can last up to eight months. This is one of Mexico's most developed and densely populated landscapes, and centuries of agriculture and grazing have reduced the forest to small pockets now dominated by thorn scrub and subtropical matorral, leaving the ecoregion classed as critical or endangered with only about 7.5 percent in protected areas. Gardeners working in comparably dry, seasonal climates may recognize natives of this region in drought-adapted, deciduous trees such as mesquite and copal.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 9b-11a
+1.9°F até 2070
14,472 sq mi
Nível NNH 4
Floresta seca e colinas acidentadas perto de Acahuato, Michoacán, México.
RESOLVE 522 - Neotropic
Balsas dry forests
The Balsas dry forests occupy the basin of the Balsas River in western and central Mexico, spreading across the states of Michoacan, Guerrero, Morelos, Mexico, Puebla, and Oaxaca. This tropical dry broadleaf ecoregion is a deciduous and thorn forest dominated by Bursera trees, alongside the legume Haematoxylum brasiletto and abundant columnar cacti such as Pachycereus and Cephalocereus. The climate is tropical and subhumid, with seasonal rainfall and a severe dry season that can last up to eight months. The forests are a renowned center of plant endemism and speciation, especially for Bursera, with roughly half of the region's Bursera species found nowhere else, and they shelter the near-endemic Balsas screech-owl, though only about a tenth of the ecoregion lies within protected areas. For drought-tolerant or xeric plantings, the native Bursera (the source of copal incense) and the dyewood Haematoxylum brasiletto are ornamental genera that evolved here.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 9b-12b
+1.8°F até 2070
24,105 sq mi
Nível NNH 4
Vale montano seco e formações rochosas dobradas no Parque Nacional Torotoro, Bolívia.
RESOLVE 523 - Neotropic
Bolivian montane dry forests
The Bolivian montane dry forests occupy the eastern flank of the Andes in south-central Bolivia, barely reaching into northwest Argentina, where they form a transitional band between the moister Yungas and high puna grasslands above and the lowland Chaco scrub below. Across rugged terrain of cliffs, steep hillsides, and river valleys, the vegetation is a xeric mosaic of dry slopes studded with scattered shrubs and columnar cacti, seasonal dry forest, and gallery forest along watercourses, with characteristic woody plants including Vachellia caven, hopseed bush (Dodonaea viscosa), Prosopis, and quebracho hardwoods such as Aspidosperma quebracho-blanco and Schinopsis. The climate is strongly seasonal and semi-arid, pairing a pronounced dry winter with summer rains. The World Wildlife Fund rates the ecoregion Critical/Endangered, as only about six percent of its original habitat remains amid fragmentation from urban sprawl, agriculture, overhunting, and fuelwood cutting; it nonetheless shelters numerous endemic birds, among them the Bolivian blackbird, Cochabamba mountain finch, and the endangered red-fronted macaw, with the torrent duck as a flagship species. For gardeners in dry, mild-winter climates, several of its natives, such as the ornamental hopseed bush and the fragrant-flowered Vachellia caven, are familiar landscape plants.
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Zonas 8b-10b
+2.3°F até 2070
28,190 sq mi
Nível NNH 4

Até onde chega esta ecorregião

Os países, estados dos EUA e províncias do Canadá que esta ecorregião toca, a partir de um cruzamento espacial de seu polígono RESOLVE com os limites da Natural Earth.

Educator packet

Region packet
Zambezian evergreen dry forests educator packet
As florestas secas sempre-verdes zambezianas formam um arquipélago de floresta densa e perene pelo oeste da Zâmbia e por Angola vizinha, e estão entre as maiores extensões de floresta tropical sempre-verde existentes fora da zona equatorial. O dossel é dominado pelo gênero arbóreo Cryptosepalum, conhecido localmente como "mavunda", cujas altas árvores perenes se fecham a cerca de 15 a 18 metros sobre um sub-bosque emaranhado de arbustos, trepadeiras e lianas. Assentada sobre areias profundas do Kalahari, a cerca de 1.100 a 1.200 metros de altitude, a região atravessa três estações, uma quente e úmida, uma quente e seca e uma fresca e seca, com precipitação anual entre cerca de 800 e 1.200 milímetros. A riqueza de vertebrados é relativamente baixa e poucas espécies são endêmicas, embora a floresta abrigue ramoneadores discretos como o cefalofo-de-dorso-amarelo, além de uma avifauna distinta, e grandes trechos fiquem dentro dos parques nacionais de Kafue e West Lunga. Os jardineiros devem notar que são florestas intolerantes ao fogo, de modo que o Cryptosepalum nativo e companheiros de mata como Brachystegia e Syzygium convêm a locais quentes, livres de geada e de chuvas de verão.
Realm
Afrotropic
Dominant biome
Tropical & Subtropical Dry Broadleaf Forests
Approximate area
12,237 square miles
States / provinces
Not recorded
Climate descriptor
Not recorded
Classroom prompts
- Which climate and biome facts explain why this region supports its characteristic plants?
- How do native-plant and wildlife-support claims differ from a species-presence claim?
- Which source-backed facts would you cite before using this region in a classroom map activity?
Use the Sources & citations section below for page citation styles and region source links.

Fontes e citações

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Plotwright. (n.d.). Zambezian evergreen dry forests (Zambezian evergreen dry forests). Retrieved 2026, October 9, from https://plotwright.com/regions/resolve-33
Fontes para esta região
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RESOLVE 2017 Terrestrial Ecoregions (Dinerstein et al.)
Estrutura principal de ecorregiões
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