Namaqualand-Richtersveld steppe
Bioma
Deserts & Xeric Shrublands
·
Reino biogeográfico
Afrotropic

Namaqualand-Richtersveld steppe

Namaqualand-Richtersveld steppe
A estepe de Namaqualand-Richtersveld é um deserto e vegetação xérica afrotropical que desce pela costa ocidental da Namíbia, de Lüderitz até o canto noroeste do Cabo Setentrional da África do Sul, chegando ao rio Orange. É descrita como o único ponto crítico vegetal inteiramente árido do mundo, dominado por flora suculenta das famílias Mesembryanthemaceae, Crassulaceae e Aloaceae, e coroado pela árvore-aljava (Aloidendron dichotomum), ou kokerboom, ao lado do halfmens (Pachypodium namaquanum), reverenciado pelos namas. É uma região de chuvas de inverno onde a escassa precipitação é complementada por abundantes orvalhos e névoa costeira, com temperaturas amenas e apenas geadas raras. Apesar do clima rigoroso, a ecorregião sustenta cerca de 355 espécies vegetais endêmicas e três gêneros vegetais endêmicos, e parte do Richtersveld foi inscrita como Patrimônio Mundial da UNESCO em 2007 por sua importância cultural e botânica. Para jardineiros de climas secos e de invernos amenos, suas suculentas nativas e gêneros esculturais como Aloidendron, Pachypodium e Crassula são plantas ornamentais muito valorizadas e tolerantes à seca.
RESOLVE 102
Afrotropic
20,433 sq mi
Deserts & Xeric Shrublands
Tipo de paisagem
Deserts & Xeric Shrublands
Região vegetal
Afrotropic
Pegada da região
20,433 sq mi
Pressão sobre o habitat
Nature Could Reach Half Protected (Dinerstein NNH 2)
Use isto como o padrão geral de plantio para a região: Terras áridas e semiáridas onde chuvas escassas e erráticas e a alta evaporação limitam a vegetação a arbustos, suculentas e gramíneas esparsas adaptados à seca. As variações de temperatura entre o dia e a noite são grandes, e a vida está finamente ajustada à escassez de água. Para decisões de jardim, combine esse contexto com a lista de plantas abaixo e depois refine pelas restrições de luz, água, solo e tamanho adulto do seu local.

Plantas que aguentam esta região

Uma lista enxuta com bom encaixe climático do catálogo do Plotwright. Comece pelas opções confiáveis e depois use cada página de planta para verificar luz, água, solo, tamanho adulto e disponibilidade local.
Mostrando 204 de 204 plantas com bom encaixe climático para esta região.
Opções climáticas confiáveis
Boas apostas para agora e depois
204 plantas
Estas plantas se adequam à região hoje e permanecem na faixa segundo a projeção de meados do século. Comece por aqui quando quiser opções com o menor arrependimento climático.
Alamanda-amarela (Allamanda cathartica): duas flores em forma de trombeta, de um amarelo-dourado, abaixo de folhas verdes, uma voltada para a frente, com cinco lobos largos e arredondados e a garganta laranja, e a outra de perfil, mostrando seu tubo longo e estreito, em um jardim de aldeia na ilha de Buton, na Indonésia.
Allamanda cathartica
Alamanda-amarela
A alamanda-amarela (em inglês golden trumpet, também vendida como yellow allamanda ou common allamanda) é um arbusto escandente perenifólio de crescimento rápido, da família das apocináceas (Apocynaceae), nativo do norte e do centro da América do Sul: o World Checklist de Kew a situa no Brasil, na Bolívia, na Venezuela, na Guiana, no Suriname e na Guiana Francesa. Ela produz cachos de grandes flores em forma de trombeta, de um amarelo-dourado, com 3 a 4 polegadas de comprimento, do verão até a geada, sobre folhas brilhantes e coriáceas dispostas em verticilos de três ou quatro, e, deixada por conta própria, lança caules longos, lenhosos e esparramados que alcançam 10 a 20 pés sobre um suporte ou sobre as plantas vizinhas. Não tem gavinhas nem raízes aéreas, e as fontes divergem sobre se os caules se enrolam, mas tanto o Missouri Botanical Garden quanto a NC State dizem que ela precisa ser amarrada ou conduzida em uma treliça; também pode ser podada como arbusto ou cerca-viva. É sensível à geada e rústica apenas nas zonas USDA 10a-11b; em qualquer lugar mais frio, é cultivada como anual de verão ou como planta de vaso levada para dentro de casa no inverno. Dois alertas importam tanto quanto as flores. Ela é invasora em várias regiões quentes: o UF/IFAS a classifica como de alto risco de invasão no norte, no centro e no sul da Flórida e não recomenda plantá-la, o Weeds of Australia, do governo de Queensland, a trata como uma planta daninha ambiental que se espalha pelas florestas tropicais do norte de Queensland, e o Hawaii-Pacific Weed Risk Assessment a classifica como de alto risco. E ela é venenosa: todas as partes são tóxicas se ingeridas, e a seiva leitosa irrita a pele e os olhos.
Arbusto
Sol pleno
Água moderada
Zonas 10a-11b
Clima: estreita
Ponto focal
Vaso
Estrutura

Kits iniciais para esta região

Gerados a partir de plantas do catálogo que já passam pelo filtro de encaixe climático desta região, com correspondências nativas ordenadas primeiro quando o catálogo tem cobertura suficiente.
Borda ensolarada para polinizadores
Um plantio ensolarado voltado à fauna, montado com plantas que passam pelo filtro de encaixe desta região.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 9
Relações hospedeiro/especialista: 1
Relações forrageio/polinização: 13
Relações de abrigo: 0
PI
SU
BE
BE
AF
PA
Plantio de borda sombreada
Um kit de borda mais suave para margens de bosque, varandas e bordas de jardim com luz mista.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 8
Relações hospedeiro/especialista: 1
Relações forrageio/polinização: 12
Relações de abrigo: 0
BE
AF
AD
JA
SO
TI
Camada resiliente de arbustos
Uma camada lenhosa estrutural guiada por plantas que se encaixam nas condições regionais atuais e projetadas.
Encaixe nativo: 0/6
Resilientes ao clima: 6/6
Relações com fauna: 9
Relações hospedeiro/especialista: 1
Relações forrageio/polinização: 10
Relações de abrigo: 0
AD
GO
JA
CA
SI
PE

Regiões de plantio semelhantes

Explore outras regiões do mesmo bioma. As listas de plantas delas podem sugerir espécies e combinações que vale a pena comparar.
A lagoa turquesa do atol de Aldabra dentro de um anel de recife escurecido pela vegetação arbustiva, vista de um avião de passagem, Seicheles.
RESOLVE 91 - Afrotropic
Aldabra Island xeric scrub
The Aldabra Island xeric scrub covers the coral atoll of Aldabra in the Seychelles, an isolated landform in the western Indian Ocean lying roughly 400 km northwest of Madagascar. Its xeric vegetation falls into two main types: dense thickets of Pemphis acidula on the saline, low-lying ground, and a mixed scrub of low trees, shrubs, herbs, and grasses spread across most of the atoll. The climate is tropical, with an average annual temperature near 27 degrees Celsius and about 1,200 mm of rainfall, split into a wetter season from November to April and a drier stretch from May to October. The terrestrial flora includes roughly nine fern species and 178 flowering plants, of which about 38 percent are thought to be endemic. Aldabra is best known for hosting the world's largest population of giant tortoises and the flightless Aldabra white-throated rail, and the atoll has been protected as a UNESCO World Heritage Site since 1982.
Deserts & Xeric Shrublands
Zonas 13b
+1.6°F até 2070
62 sq mi
Nível NNH 1
Planície árida de areia do deserto do Grand Bara, no sul do Djibuti, com gramíneas e arbustos semidesérticos esparsos sob céu aberto.
RESOLVE 92 - Afrotropic
Djibouti xeric shrublands
The Djibouti xeric shrublands form a semi-desert belt along the Red Sea and Gulf of Aden coasts of the Horn of Africa, spanning Djibouti, Eritrea, Ethiopia, and Somalia (including Somaliland) and encompassing the Afar Triangle, a lowland that drops as much as 160 metres below sea level at fault depressions such as the Danakil and Lac Assal. Vegetation grades from coastal mangroves into open grass and shrub steppe, with thorny acacias such as Acacia (Vachellia) tortilis and Senegalia mellifera, the spiny Rhigozum somalense, and the desert date Balanites aegyptiaca characteristic of the sandy plains and basaltic lava fields. The climate is extremely hot and arid, with mean annual rainfall ranging from under 100 millimetres near the coast to around 200 millimetres further inland, and the tectonically active rift includes some of the hottest sites in Africa. The ecoregion is notable for harboring the last viable population of the African wild ass alongside the endemic Archer's lark and the dragon tree Dracaena ombet, which clings to higher arid hills. For gardeners in hot, dry climates, several drought-adapted natives here-the architectural Dracaena dragon trees and tough Acacia and Balanites genera-are familiar xeric ornamentals.
Deserts & Xeric Shrublands
Zonas 10b-13b
+2.8°F até 2070
91,801 sq mi
Nível NNH 3
Cabanas de pesca e redes secando em solo costeiro nu no sul da Dankalia, Eritreia.
RESOLVE 93 - Afrotropic
Eritrean coastal desert
The Eritrean coastal desert is a narrow, arid strip running along the southern Red Sea coast of Eritrea and Djibouti, a flat sand-and-gravel plain lying below about 200 metres and broken by rocky outcrops. Vegetation is sparse herbaceous steppe dotted with scattered umbrella thorn (Acacia tortilis) and Acacia asak, alongside drought-hardy grasses such as Panicum turgidum, Cymbopogon schoenanthus, and Lasiurus scindicus, with halophytic plants and small mangrove stands in sheltered coastal creeks. The climate is extremely hot and dry, with annual rainfall averaging under 100 millimetres and highly variable from year to year, and minimum temperatures among the highest recorded anywhere in Africa. Despite the harsh setting, the region still supports Dorcas and Soemmerring's gazelles along with the diminutive Salt's dik-dik, and the adjacent Bab-el-Mandeb Strait channels one of the world's largest intercontinental raptor migrations each autumn, when hundreds of thousands of birds of prey cross from Arabia into Africa. For gardeners in hot, dry climates, the native umbrella thorn acacias and clumping desert grasses found here illustrate the kind of heat- and drought-tolerant planting the region naturally favours.
Deserts & Xeric Shrublands
Zonas 13a-13b
+1.9°F até 2070
1,773 sq mi
Nível NNH 3
Nascer do sol sobre águas paradas na barragem de Gariep, com uma torre de captação de concreto e vegetação arbustiva do Karoo sem folhas, África do Sul.
RESOLVE 94 - Afrotropic
Gariep Karoo
The Gariep Karoo is an arid, open shrubland in the Afrotropic realm that stretches from the middle of South Africa's Northern Cape northward across the Orange River (also called the Gariep River, which forms the border between the Northern Cape and Namibia's ǁKaras Region) into southern Namibia. Its sparse, low-shrub vegetation is dominated by succulent dwarf shrubs and tall stem-succulents including quiver trees, with characteristic genera such as Drosanthemum, Eriocephalus, Galenia, Pentzia, Pteronia and Ruschia, alongside perennial grasses like Aristida and Stipagrostis. The climate is harsh, with mid-summer maximum temperatures exceeding 36 degrees Celsius, mid-winter minimums dropping below freezing, frequent droughts, and annual rainfall between 50 and 500 millimetres that decreases from east to west. The region holds the dramatic Fish River Canyon in southern Namibia and supports the ferruginous lark, its endemic flagship bird, yet it remains poorly protected against a 40 percent conservation target. For gardeners in dry climates, its drought-hardy natives such as quiver trees and succulent shrubs in the genera Ruschia and Drosanthemum are well suited to xeric, low-water plantings.
Deserts & Xeric Shrublands
Zonas 9a-10b
+2.4°F até 2070
97,361 sq mi
Nível NNH 2
Camada de cúmulos sobre mantos de dunas vermelhas e a linha de arrebentação da costa sul da Somália, vista de grande altitude.
RESOLVE 95 - Afrotropic
Hobyo grasslands and shrublands
The Hobyo grasslands and shrublands form a long, narrow coastal strip in Somalia, running along the Indian Ocean from south of Mogadishu northwards past the town of Hobyo, where a belt of wind-built dunes some 10 to 15 kilometers wide fringes the shore. The dunes carry distinctive grassland and low scrub: wind-tolerant grasses and sedges first colonize the bare sand, while denser thickets of Aerva javanica, Indigofera sparteola, and Jatropha pelargoniifolia hold the more stable ground. The climate is hot and dry, with rainfall concentrated in a short April-to-June season as the Intertropical Convergence Zone shifts north. Part of the Somali-Masai centre of plant endemism, the ecoregion shelters several species found nowhere else, including the silver dik-dik, the Somali golden mole, and the endemic Ash's lark and Obbia lark, yet it lies almost entirely outside any protected area. Gardeners working hot, sandy, low-water sites may recognize relatives of its native dune flora, such as the drought-hardy Aerva and Indigofera.
Deserts & Xeric Shrublands
Zonas 13b
+1.9°F até 2070
5,192 sq mi
Nível NNH 4
Casuarinas e tufos de capim sobre areia branca de duna costeira, ilha Europa, Terras Austrais Francesas.
RESOLVE 96 - Afrotropic
Ile Europa and Bassas da India xeric scrub
This Afrotropic desert and xeric shrubland ecoregion covers two small coralline islands, Europa and Bassas da India, a French overseas territory scattered in the Mozambique Channel about a third of the way from southern Madagascar toward southern Mozambique, with the two islands lying roughly 100 km apart. The low-lying landscape of Europa is clothed in dry forest of silver thicket (Euphorbia stenoclada), a grassy herbaceous formation of Sclerodactylon macrostachyum, coastal shrubland including bay cedar (Suriana maritima), and mangrove swamps of Rhizophora mucronata fringing a shallow lagoon open to the sea. The climate is semi-arid and tropical with wet summers and dry winters, dominated by southeast trade winds in the austral winter and the occasional cyclone. The islands are an internationally important refuge: Europa is one of the world's largest nesting grounds for green sea turtles and hosts a major great frigatebird colony along with endemic lizards and seabirds, and the area is protected as a Ramsar wetland. For gardeners, the native flora here is dominated by drought-tolerant succulent Euphorbia and salt-tolerant coastal genera adapted to heat and limited rainfall.
Deserts & Xeric Shrublands
Zonas 13b
+1.6°F até 2070
8 sq mi
Nível NNH 4

Até onde chega esta ecorregião

Os países, estados dos EUA e províncias do Canadá que esta ecorregião toca, a partir de um cruzamento espacial de seu polígono RESOLVE com os limites da Natural Earth.

Educator packet

Region packet
Namaqualand-Richtersveld steppe educator packet
A estepe de Namaqualand-Richtersveld é um deserto e vegetação xérica afrotropical que desce pela costa ocidental da Namíbia, de Lüderitz até o canto noroeste do Cabo Setentrional da África do Sul, chegando ao rio Orange. É descrita como o único ponto crítico vegetal inteiramente árido do mundo, dominado por flora suculenta das famílias Mesembryanthemaceae, Crassulaceae e Aloaceae, e coroado pela árvore-aljava (Aloidendron dichotomum), ou kokerboom, ao lado do halfmens (Pachypodium namaquanum), reverenciado pelos namas. É uma região de chuvas de inverno onde a escassa precipitação é complementada por abundantes orvalhos e névoa costeira, com temperaturas amenas e apenas geadas raras. Apesar do clima rigoroso, a ecorregião sustenta cerca de 355 espécies vegetais endêmicas e três gêneros vegetais endêmicos, e parte do Richtersveld foi inscrita como Patrimônio Mundial da UNESCO em 2007 por sua importância cultural e botânica. Para jardineiros de climas secos e de invernos amenos, suas suculentas nativas e gêneros esculturais como Aloidendron, Pachypodium e Crassula são plantas ornamentais muito valorizadas e tolerantes à seca.
Realm
Afrotropic
Dominant biome
Deserts & Xeric Shrublands
Approximate area
20,433 square miles
States / provinces
Not recorded
Climate descriptor
Not recorded
Classroom prompts
- Which climate and biome facts explain why this region supports its characteristic plants?
- How do native-plant and wildlife-support claims differ from a species-presence claim?
- Which source-backed facts would you cite before using this region in a classroom map activity?
Use the Sources & citations section below for page citation styles and region source links.

Fontes e citações

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Plotwright. (n.d.). Namaqualand-Richtersveld steppe (Namaqualand-Richtersveld steppe). Retrieved 2026, October 9, from https://plotwright.com/regions/resolve-102
Fontes para esta região
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RESOLVE 2017 Terrestrial Ecoregions (Dinerstein et al.)
Estrutura principal de ecorregiões
One Earth
One Earth
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